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Flamengo ferve em dia que pode mudar jogo eleitoral no clube
O Conselho Deliberativo do Flamengo vota, nesta quinta-feira (14), mudanças importantes no estatuto que têm agitado os bastidores do clube. Uma das emendas fala em mandato presidencial de quatro anos e outra pode afastar o ex-presidente Eduardo Bandeira de Mello da corrida eleitoral.
Uma das propostas prevê a proibição da acumulação de cargos eletivos dentro e fora do Flamengo, o que impediria uma possível candidatura de Bandeira, que atualmente é deputado federal (PSB-RJ). O ex-presidente é desafeto do grupo capitaneado por Rodolfo Landim.LEIA TAMBÉM:Athletico passeia e Flamengo chega sob pressão na finalInter vira e joga água fria no São Paulo antes de finalA outra votação é sobre a emenda para passar o mandato presidencial de três para quatro anos, mas sem reeleição. Os temas têm dividido os grupos políticos, e há a expectativa de votações apertadas.
O clube rubro-megro tem eleição marcada para o fim do ano que vem. Pelas regras em vigor, Landim não pode ser reeleito, uma vez que já esteve à frente do clube em dois mandatos consecutivos.
MUDANÇA NO MANDATO?
A emenda que diz respeito ao mandato de quatro anos, inicialmente, não afeta Landim. A mudança é válida somente para os que assumem os cargos a partir de 2025.
Porém, há uma movimentação nos bastidores para uma possibilidade de que, caso aprovada, a alteração já possa valer de imediato e dê ao atual presidente uma prorrigação em seu mandato.
Segundo o UOL apurou, tal ideia encontra resistência até mesmo entre nomes da situação. O assunto está agitando a Gávea e a promessa é de que a reunião seja quente.
BANDEIRA É TAXATIVO: ‘GOLPE'
A oposição enxerga que a proposta de proibir candidatos com cargos eletivos fora do clube é uma tentativa de impedir uma possível candidatura de Eduardo Bandeira de Mello.
O próprio Bandeira, em contato com a reportagem, chamou a emenda de “golpe” e fez críticas quanto à forma como o assunto vem sendo tratado.
“A emenda que proíbe candidaturas de detentores de mandatos eletivos é um casuísmo explícito. Em bom português, golpe. Não impede políticos exercendo ministérios, secretarias de estados ou municípios, magistrados, dirigentes de estatais. Nem impede que parlamentares assumam vice-presidências temáticas. Parece que foi escrita pensando exclusivamente em mim”, afirma Bandeira, à reportagem. O ex-presidente, porém, fez questão de frisar que não tem a intenção de se candidatar para tentar uma reeleição, pelo menos por agora: “Embora, a princípio, não tenha intenção de voltar a ocupar a presidência do clube, entendo que a decisão de barrar qualquer candidatura deve se dar através do voto do sócio, democraticamente”.VEJA MAIS:
Fonte: DOL – Diário Online – Portal de NotÍcias
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